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La Niña: como a sua permanência afetará as regiões produtoras

Fenômeno deve influenciar o clima do país até o mês de maio

La Niña está enfraquecendo de forma lenta. (Foto: Unsplash)
La Niña está enfraquecendo de forma lenta. (Foto: Unsplash)

Segundo o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos, o La Niña está enfraquecendo, porém de forma lenta. Desta forma, o fenômeno continuará influenciando o clima até o mês de maio deste ano.

Volta das chuvas

Com a La Niña há uma tendência de que as chuvas comecem a voltar gradativamente para toda metade sul do Brasil: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Paraguai, Mato Grosso do Sul e partes do sul de São Paulo. Tanto o outono quanto o inverno deverão ter chuvas um pouco melhores, mas não serão estações muito úmidas.

Risco de falta de chuva

Já para a região central do Brasil, a permanência da La Nina deverá tirar a pressão das chuvas para segunda quinzena de abril e, principalmente, para o mês de maio. Ou seja, para o Cerrado, norte de São Paulo, sul, sudoeste e, no leste de Minas Gerais, as chuvas devem ir até meados de abril. Essa situação pode agravar o plantio do milho, que está acontecendo agora no mês de março.

Para o sul do Paraná e Mato Grosso do Sul há previsões um pouco melhores. Deve ocorrer pelo menos uma chuva a cada quinze dias nessas regiões. Uma boa condição para o milho safrinha. No Rio Grande do Sul as chuvas, também, irão melhorar a partir do mês de abril e maio, o que favorece os tratos para as culturas de inverno.


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