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Marcos Montes assume o Ministério da Agricultura

Ao receber o cargo de Tereza Cristina, o novo ministro disse que as políticas para os pequenos produtores continuarão tendo prioridade



ministro Marcos Montes assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em cerimônia de transmissão do cargo na tarde desta quinta-feira (31). Após tomar posse no Palácio do Planalto, Montes recebeu o comando da Pasta de sua antecessora, Tereza Cristina.


Marcos Montes assume o Ministério com uma política de continuidade da gestão implementada nos últimos três anos. “Hoje, com as nossas entidades e as nossas secretarias começamos a construir um momento diferente e levamos isso com programas maravilhosos ao mundo inteiro. E isso é uma demonstração clara de que o governo quer olhar o pequeno, aquele que realmente precisa de dignidade”, destacou Montes ao citar programas como o AgroNordeste e a entrega de títulos de regularização fundiária.


Marcos Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019 e lembrou o convite de Tereza Cristina para formar o time da Pasta em seu discurso. “Em janeiro de 2019 tive uma alegria imensa quando a Tereza me procurou para assumir um cargo tão importante, que é a Secretaria-Executiva do Mapa. Assim, fomos construindo este Ministério e as conquistas foram muitas”.


O novo ministro inicia a gestão reforçando a diplomacia dos fertilizantes com viagens previstas ao Marrocos, Egito e Jordânia a partir de maio. Nesta quarta-feira (30), Montes recebeu representantes do governo iraniano para uma negociação do aumento da cota de importação de ureia para o Brasil, de 1 milhão de toneladas podendo chegar a três milhões de toneladas. O ministro ainda defendeu a importância dos fertilizantes como produto não passível de sanção junto a organismos internacionais como a FAO. Para Montes isso só é possível, pois o agro brasileiro alçou uma posição de liderança neste governo não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.


Em sua despedida, Tereza Cristina reforçou o trabalho em equipe e o diálogo com o setor. “Eu acho que a nossa habilidade, tanto a minha quanto a do Marcos, é o diálogo com vocês, com o setor, com cada segmento do setor. Às vezes, a gente não concorda, mas a gente sempre acha o rumo do meio para que a gente possa caminhar, progredir e fazer do agronegócio esse agro que nós temos tanto orgulho hoje, dos nossos produtores e do nosso agro do Brasil”, destacou.


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