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Milho: Conab estima produção de 112 milhões de toneladas

O valor é menor em relação ao relatório anterior, mas ainda é a maior safra da história


(Foto: Unsplash)
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Mesmo com as recentes estimativas indicando redução na produção de milho, os preços do mercado interno seguiram praticamente estáveis nos primeiros 15 dias de fevereiro, na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Esse cenário se deve ao enfraquecimento da demanda.


Consumidores estão resistentes em adquirir o cereal e trabalham com o produto em estoque. Já os vendedores estão concentrados na colheita de soja e sem necessidade de “fazer caixa”.


Preço no mercado

Em Campinas, no interior de São Paulo, o Indicador ESALQ/BM&F Bovespa caiu 0,9%, fechando a R$ 96,55/saca de 60 kg no dia 15 de fevereiro. Nessa região, que é marcada por um grande número de demandantes, compradores relatam estoques confortáveis. Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, os preços do cereal subiram 1% no mercado de balcão (ao produtor), mas logo recuaram 0,4% no mercado de lotes (negociações entre empresas).


Seca

No campo, produtores começam a calcular as perdas causadas pela falta de chuvas. Os relatórios divulgados em fevereiro pela Conab e pelo USDA já mostram reajustes negativos na produção, influenciados pela queda na safra verão, que teve a produtividade prejudicada pela seca entre novembro e dezembro, período de enchimento de grãos.


Estimativa

A Conab estimou, neste mês, safra de 112,34 milhões de toneladas, queda de 600 mil em relação ao relatório anterior, mas ainda a maior safra da história.


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