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Primeira colhedora de café do mundo foi criada no Brasil

Avanço tecnológico foi essencial para o status da cafeicultura nacional


Um dos sucessos da agricultura nacional há muitos anos é o café. O brasileiro pode bater no peito e dizer que a nossa cafeicultura é uma das melhores do mundo. Um status que foi conquistado com muito suor e, também, graças ao processo de mecanização da colheita do grão, que aumentou significativamente a produção.


Eficiência - A equipe do Marcas e Máquinas esteve em Patrocínio, interior de Minas Gerais, visitando o produtor de café, Carlos Henrique Braz. Ele acredita que as colhedoras de café trouxeram um maior rendimento operacional aos agricultores. “Antigamente, quando meu pai começou, não tinha nem colhedora. Hoje, a lavoura consegue uma agilidade na colheita, trazendo assim uma maior eficiência”, disse o produtor da Fazenda Serra Negra.


Tecnologia - A pioneira em desenvolver a primeira máquina colhedora de café do mundo foi a fabricante nacional Jacto, em 1979. Para o sócio-administrador da Cafeeira Porta do Céu, Marcos Cezar Miaki, essa tecnologia foi um divisor de águas na agricultura. “Hoje seria impossível de fazer só com colheita manual o que nós fazemos com as colhedoras da Jacto”, disse. A fabricante de máquinas e equipamentos agrícolas, localizada em Pompeia, interior de São Paulo, quer aumentar o portfólio de produtos, abrir novos mercados e avançar no exterior, com a expectativa de crescer 43% até o ano de 2023.


Qualidade - Criado no campo desde criança, Carlos decidiu seguir os passos da família nos negócios da cafeicultura. “Fui me apaixonando cada vez mais pelo café”, conta. Ele confessa que o seu maior desafio é manter a qualidade que o pai estabeleceu por longas décadas. “Desistir? Eu acho que jamais! O que a gente fica satisfeito de saber é que o nosso café roda o mundo”, se orgulha.


 

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